Escola Municipal
de Lapinha

Sobre a
Escola Municipal de Lapinha

História da Escola

A Escola Municipal de Lapinha, situada à Rua Guilhermina Pereira de Freitas, 395, no bairro Lapinha em Lagoa Santa/MG, iniciou suas atividades no dia 01 de março de 2007, tendo sido regulamentada através do Decreto nº 667, de 16 de abril de 2007.

Anteriormente, funcionava no prédio, atualmente ocupado pela escola, a Escola Estadual de Lapinha, fundada em 07 de setembro de 1960, com início de suas atividades em 1º de fevereiro de 1961. Tendo sido a primeira responsável pela escola a Senhora Judith Vieira Azeredo.
Atualmente a escola é dirigida pela Roberta Tereza Soares de Oliveira Cruz (Diretora) e Luciana Míria Soares (vice-diretora). A escola oferta as modalidades de séries iniciais e finais do Ensino Fundamental, assim como o Tempo Integral, atendendo a um total de 360 alunos.

No cotidiano, no dia a dia, constrói-se a vida. As memórias são pedaços que sobreviveram à passagem do tempo, juntando estes pedaços tentamos recriar a vida que foi e a vida que ainda é, que segue em cada um de nós. O passado e o presente estão na paisagem, em nossos costumes, em nossas lembranças e nas formas de percebermos o tempo: o presente tem um pouco do passado, assim como o passado, ao ser recriado, também tem um pouco do presente. Em nós, ambos seguem misturados.  

O Projeto de Educação Patrimonial “Lagoa Santa no tempo de Lund e Brandt” foi desenvolvido pela direção, professores e estudantes da Escola Municipal de Lapinha, com a finalidade de valorizar a história local e o patrimônio cultural de Lagoa Santa.

Acompanhe os trabalhos desenvolvidos pelos professores dos Anos Iniciais.

Professoras dos Anos Iniciais:

  • 1º ano – Thatiane Martins Machado Silva
  • 2° ano – Edislene  Pereira Nogueira Rodrigues
  • 3° ano – Reginalda Ferreira de Sena Costa
  • 4° e 5° ano – Juliana Carla Teixeira/ Thamirys Rocha Silva Pacheco

Anos Iniciais

1° ano – Professor Ítalo Ferreira

A região Carte de Lagoa Santa possui importantes grutas e pinturas rupestres, estes registros natural e cultural  têm sido estudados desde o século XIX. A Lapinha é uma localidade que se destaca na paisagem cárstica do município. A partir de aulas expositivas sobre este tema e dos conhecimentos dos alunos sobre estes registros, elaboramos uma série de desenhos rupestres e um texto pequeno sobre as curiosidades relativas à Gruta da Lapinha.

Releitura da arte rupestre local feita com carvão e terra.

2° ano – Professora Mayra Aguiar

Memórias materiais e imateriais: a Comunidade e seus registros – formas de registrar e narrar histórias.

Utilizamos fotos relacionadas às histórias familiares dos alunos e imagens que registram a vida social na Lapinha em épocas diferentes com a finalidade de que os estudantes percebessem como a narrativa histórica é construída a partir de evidências que registram mudanças e permanências na paisagem e nos costumes.

Produto: desenhos de edificações religiosas.

3° ano – Professora Rayssa Leal

O lugar em que vivo: marcos da memória coletiva na paisagem da Lapinha.

Focalizamos a História do Cotidiano da Lapinha a partir dos relatos dos alunos e de seus familiares, relacionando espaço, tempo e acontecimentos. Com esta atividade buscamos perceber os marcos identitários presentes na paisagem da localidade, histórias contadas e recontadas na comunidade e o processo de formação da Lapinha ao longo do tempo. 

Os alunos produziram contos e desenhos.

4° ano Professora Rebeca Andrades 

5° ano Professor Isaquias Queiroz

Transformações e Permanências nas trajetórias dos grupos humanos: tempo do Povo de Luzia. 

Os alunos dos 4° e 5° anos pesquisaram sobre os trabalhos arqueológicos realizados no município de Lagoa Santa e a importância de suas descobertas para a compreensão da megafauna e do estilo de vida dos humanos nesta região há cerca de 12.000 anos.  

Produto: releitura dos fósseis de Luzia e de uma preguiça gigante.

O desafio era valorizar fontes de natureza arquivística, refletir sobre como era a cidade no século XIX e colocar em prática um projeto interdisciplinar.

A partir de quatro encontros organizados pela direção, para um diálogo sobre a proposta interdisciplinar, o professor de História selecionou e apresentou as fontes aos professores de diferentes áreas de conhecimentos sobre como poderíamos explorar estes documentos. Cada professor propôs ideias de como poderia ser o desenvolvimento do projeto com os alunos. Segue algumas propostas:
  1. análise da paisagem da cidade ao longo do tempo;
  2. produção de gráficos a partir das informações de um censo de 1831;
  3. estudo de mapas, práticas de tradução para o inglês e produção de mapas bilíngues;
  4. criação de um jornal sobre a vida local no século XIX;
  5. elaboração de um censo com informações atuais das famílias dos estudantes;
  6. produção de HQ sobre a vida de Peter Lund e de fósseis de impressão em argila;
  7. estudo sobre a Irmandades de Nossa Senhora do Rosário e produção de maquetes;
  8. técnicas de produção de pinturas rupestres e pinturas em aquarela.
  9. realizamos também visitas guiadas ao Museu Peter Lund, Igreja Nossa Senhora do Rosário e à Gruta da Lapinha.

Professores dos Anos Finais:

  • Amanda Bortolini – Ciências
  • Andrea Soares – Ciências
  • Diana Rodrigues – Ensino Religioso
  • Dilson Félix – Língua Portuguesa
  • Kleverson Lima – História
  • Leonel Teixeira – Educação Física
  • Lucinéia da Conceição – Matemática
  • Márcio Martins – Geografia
  • Marta Moura – Matemática
  • Thalita Santos – Língua Inglesa
  • Thamyris Rocha – Arte
  • Vivian Costa – Língua Portuguesa